A MELANCIA MAMADA

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                   Mas,
não é que a melancia mamou!
Estava
despreocupada, foi pro sítio, somente, com o marido Melão; aquele contador de
estórias aumenta, mas não inventa, dizem…
A
Melancia desceu pra beira d água acompanhada das fofas cunhadas e de algumas
latinhas da água que os pássaros não bebem.
Um
gole aqui, linha ali na pescaria animada; mas, não é que ela travou? Ficou
arreada, sem forças para caminhar, precisando ser rebocada pelo seu Melão até a
varanda da casa.
O
mais interessante de tudo é que a Melancia andava, parava, olhava pro pé,
pensava e dizia: Melão, eu amo você!
Isso
que é prova de amor, e o nosso Melão, todo contente sorria, um tanto
envergonhado, quase mudava de cor.
Este
causo verificado no Sítio Porto Laranjal, em Mimoso, mereceu destaque por que:
– Este casal ficou separado por quatorze anos, reataram o matrimonio e logo em
seguida tiveram a segunda filha, Milena, nome em homenagem a passagem de
milênio do planeta Terra.

Para reflexão:
Na união dos sexos, ao lado da lei divina material, comum a todos os seres
vivos, que é a conservação da espécie, há outra lei divina, imutável como todas
as leis de Deus, exclusivamente moral e que é a lei de amor. Deus quis que os
seres estivessem unidos não somente pelos laços da carne, mas pelos da alma, a
fim de que a afeição mútua dos esposos se transportasse para seus filhos, e que
eles fossem dois, em lugar de um, a amá-los, a cuidá-los e fazê-los progredir (E.S.E,
cap.XXII,3).

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