A BATALHA CONTRA O “EU”

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Em
um diálogo comumente usamos o pronome nós, mas nesta oportunidade conversarei
sobre o Eu. Para meditar coloco estas quatro perguntas (interrogações): Até
quando EU:
·        
Agirei
como Pilatos na sentença de JESUS?
·        
Agirei
como o Levita e o outro religioso na parábola do Bom Samaritano?
·        
Deixarei
de ser hipócrita, agindo como o cego que não quer enxergar?
·        
E
afinal, quando praticarei a verdadeira caridade, ensinada por Jesus?
Pilatos
tinha a convicção da inocência de Jesus: “Não vejo neste Homem crime algum”,
mas por conveniência política, lavou as mãos perante o povo hebreu alegando não
ter nada com o acontecido. Tinha a autoridade para libertar Jesus e se omitiu,
traindo a sua própria consciência.
Relembrando
a parábola do Bom Samaritano:
Um
homem que descia de Jerusalém para Jericó caiu nas mãos de ladrões que o
despojaram, cobrindo-o de feridas e se foram deixando-o semimorto. Aconteceu em
seguida, que um sacerdote desceu pelo mesmo caminho e tendo percebido sua
presença, passou do outro lado. Um levita que veio também para o mesmo lugar,
tendo-o considerado, passou ainda do outro lado. Mas um samaritano que viajava,
chegando ao lugar onde estava esse homem, e tendo-o visto foi tocado de
compaixão por ele. Aproximou-se, derramou óleo e vinho em suas feridas e as
enfaixou. Colocou-o no seu cavalo, conduziu-o a uma hospedaria e cuidou dele. No
dia seguinte, tirou duas moedas e as deu para o hospedeiro dizendo: Tende
bastante cuidado com este homem e tudo o que despender a mais, eu vos restituirei
no meu regresso.
E
aí: Eu tenho agido com compaixão, com tolerância, compreensão e humildade
quando as oportunidades de ser útil ao próximo ou comigo?
Ou estou agindo de forma egoísta, orgulhosa e hipócrita, como agiram nesta
parábola o levita e o outro religioso? Eles tinham conhecimento cristão e
deixaram para o samaritano, considerado pelos hebreus como herético, a ação
caritativa para com a vítima dos ladrões.
Portanto,
eu peço a Deus perdão pelas minhas omissões, coragem e humildade para praticar
a verdadeira caridade segundo Jesus: “Benevolência para com todos, Indulgência
para as imperfeições alheias, Perdão das ofensas”.

                       Lenildo Solano

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